Lecheros 0-5 Montanelas (falta de comparência dos Lecheros)
FCP 4-9 Banana Mecânica
O FCP falhou a segunda vitória consecutiva, permitindo ao seu oponente somar os primeiros três pontos da época. Pedro Henriques estreou-se, dando conta com segurança das missões defensivas, travando as escassas investidas perpetradas pelos praxistas, apontando ainda três golos. Já Ricardo Torres, o debutante da outra equipa, não teve a mesma preponderância no jogo. Ao intervalo, o marcador indicava 3-1 para os "visitantes"; na segunda metade, Rui Cunha e Joaquim Verde conduziram os Banana Mecânica a uma expressiva (e até inesperada) goleada, apenas matizada por uma ténue recuperação nos últimos minutos por parte de Vitor "suspeito do costume" Sousa.
Papi Kriki 5-5 Outsiders
Um jogo exemplar em vários aspectos: incerteza no marcador, espírito competituivo sem excessos de agressividade e vários jogadores under the spotlight pelos melhores motivos.
Os Papi abriram a contagem aos dez minutos, deixando-se empatar pouco depois numa recarga algo feliz. O empate persistiria até ao intervalo e no fim do encontro, embora com mais cor no marcador. Isto porque a segunda metade foi um verdadeiro "pingpong", com bolas a entrar alternadamente em ambas as balizas. Os Outsiders ganharam algum ascendente na parte final da partida, mais perto da vitória do que os azuis e brancos. Criaram mais oportunidades, mas o bloco defensivo dos Papi Kriki conseguiu evitar males maiores para o seu lado. Diogo da Silva dá mais futebol à formação de veteranos; Luís Vieira aperfeiçoa a já oleada máquina dos Outsiders.
Timi Boceta vs H.Ramos
Falta de comparência de ambas as equipas, que apenas comunicaram a sua ausência a escassos minutos do início da partida. Não obstante os dois capitães terem proposto data alternativa para o jogo em questão, a irrisória antecedência com que tal pedido foi formulado, em conjugação com os regulamentos e com o termo de responsabilidade assinado por todas as formações em prova (referente a atrasos injustificados), não deixou outra solução à organização senão a da atribuição de derrota por cinco bolas a zero às duas facções em confronto.
Por ser episódio inédito nas últimas edições da D-League, a questão foi levada à Direcção pelo Departamento Desportivo. Unanimemente, todos os elementos competentes para decidir do caso em apreço consideraram justa a punição acima mencionada.
Os jogos têm sido agendados de acordo com a disponibilidade das equipas e, muito raramente, de modo unilateral. O Departamento Desportivo da AEFDUP não exige - aliás, nem o pode fazer - que a D-League se encontre no topo das prioridades de todos os intervenientes. Contudo, se existem regras, deve-se potenciar o seu cumprimento. Não se tratando de uma prova oficial, certas formalidades podem, nalguns casos ser omitidas. O que não se pode omitir é o respeito pelas pessoas que tentam diariamente conferir um mínimo de credibilidade ao torneio.
Sob pena de não concluir a liga em tempo útil (e feriados à quarta-feira, bem como os CAP's, não facilitam a tarefa), os jogos devem ser realizados com frequência semanal. Tentaremos ser o mais flexíveis que o calendário, a razão e a paciência permita, mas pedimos a colaboração de todos, de modo a que se evitem desagradáveis ocorrências como a agora exposta.
Piriguetes 2-3 Hertha dos Bragas
Filipe Coelho fez por merecer os três pontos conquistados, tantos como os golos que apontou. Sem suplentes, surpreenderam uns aguerridos Piriguetes, numa partida discutida até ao último lance. André Hüsgen e Paulo Gouveia foram os autores dos dois tentos da sua equipa e estiveram próximos de uma repartição de pontos que porventura seria mais ajustada ao que se passou dentro das quatro linhas. Mérito para o Hertha por ter conseguido segurar o resultado sem opções de banco, fazendo um jogo inteligente; falta de sorte no toque decisivo para os Piriguetes, que perderam os primeiros pontos.
(tabela classificativa, melhores marcadores e classificação disponíveis no fim da quarta jornada, apenas concluída amanhã)
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Campeonatos Académicos do Porto - semana 13 a 17 Dezembro
FDUP 14-9 FMUP (15-0 administrativo após expulsões de Medicina)
A vitória que selou a qualificação da primeira equipa de Direito para a fase final da respectiva prova. Após uma primeira parte com poucos golos e muito desperdício por parte dos pontas da FDUP, a vantagem era magra mas dava a entender que, em última instância, o colapso físico dos médicos iria fazer com que estes perdessem definitivamente a hipótese de discutir o jogo. Contudo, volvidos cerca de cinco minutos da segunda parte, o guarda-redes de Medicina cometeu uma falta punível com expulsão. O facto de tal cartão vermelho o impedir de voltar ao jogo precipitou o fim do encontro antes dos quarenta minutos regulamentares, dado que o número mínimo de atletas (cinco) não se encontrava assegurado. Fim de jogo frustrante para ambas as equipas: para Medicina acarretou uma derrota administrativa; para Direito, por ter impedido uma mais do que previsível goleada (dentro do campo)
Futsal Masculino:
FDUP vs FFUP
3ª feira, 14 Dezembro, 17h
Pavilhão do IPP
Voleibol Feminino
FDUP vs FEP
3ª feira, 14 de Dezembro, 16h30
Pavilhão nº2 da FADEUP
Futebol de 11 Masculino
FDUP vs UPT
3ª feira, 14 de Dezembro, 15h30
Campo de Futebol da FADEUP
4ª Jornada - Calendário
4ª feira, dia 15 de Dezembro
15h: H.Ramos vs Hertha dos Bragas
5ª feira, dia 16 de Dezembro
14h: Timi Boceta vs Banana Mecânica
15h: Outsiders vs Lecheros
6ª feira, dia 17 de Dezembro
14h30: FCP vs Montanelas
15h30: Papi Kriki vs Piriguetes
15h: H.Ramos vs Hertha dos Bragas
5ª feira, dia 16 de Dezembro
14h: Timi Boceta vs Banana Mecânica
15h: Outsiders vs Lecheros
6ª feira, dia 17 de Dezembro
14h30: FCP vs Montanelas
15h30: Papi Kriki vs Piriguetes
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Campeonatos Académicos do Porto - Semana 1
Nota prévia: em algumas modalidades, a ausência de documentação completa de alguns atletas precipitou os resultados menos conseguidos nesta semana. Francisco Noronha (admitido a jogar futebol de 11, mas impedido de participar no futsal) Pedro Santiago e Hugo Almeida foram, já equipados e aquecidos, forçados a assistir aos respectivos encontros da bancada. Indubitavelmente os resultados, pelo papel fulcral desempenhado pelos três estudantes, teria sido bem mais animador.
FDUP 2-0 FAUP (voleibol fem)
A selecção feminina de voleibol derrotou por 2-0 a formação de Arquitectura, num jogo com dois sets claramente distintos. No primeiro, imperou a confiança e a coordenação entre as estudantes de Direito, cavando a partir dos dez pontos uma diferença quase irrecuperável. O set haveria de encerrar com uns inequívocos 25-14. No entanto, o segundo começou bastante pior. A formação da FDUP, fruto de algumas hesitações no capítulo da recepção, deixou a FAUP tomar as rédeas do marcador, encontrando-se a perder por 16-14. O desconto de tempo revelou-se decisivo, trazendo mais serenidade e boas jogadas que haveriam de lançar indecisão no set. Este só iria ser decidido para lá dos 25 pontos: 27-25 para a equipa que desde o início mostrou mais argumentos para vencer a partida. Apesar de algum desapontamento de algumas atletas por entenderem ser capazes de fazer "francamente melhor", o objectivo foi conseguido: entrar a vencer e não dar nenhum set ao adversário.
Seis inicial: Raquel Tavares, Cristina Almeida, Sofia Alves, Rita Ribeiro, Catarina Lima e Teresa Santos.Suplentes: Soraia Lobo, Sofia Almeida, Filipa Pais e Maria Magalhães
FDUP 22-27 ISMAI (andebol masc)
Apesar da superioridade numérica, os andebolistas da FDUP não conseguiram superiorizar-se nos golos. O péssimo arranque contribuiu decisivamente para a derrota final; basta dizer que os seis primeiros golos do jogo entraram todos nas redes vermelhas. Uma vez estabilizada, quer posicional, quer emocionalmente, a formação da FDUP reequilibrou os acontecimentos, com destaque para Rui Silva, autor de dez dos vinte e dois remates certeiros. Faltou tempo para conseguir a tão almejada reviravolta, numa fase em que os jogadores do ISMAI davam visíveis finais de fadiga e sofriam golos de forma sucessiva.
FDUP 0-1 ISMAI (fut 11 masc)
Resultado tremendamente injusto, penalizando a equipa que mais e melhor futebol mostrou durante os sessenta minutos. Sabo Coelho "varreu" o meio campo defensivo de forma exemplar, a técnica de Luís Vieira e de Francisco Noronha desiquilibraram no ataque, os laterais Orlando Salgueiro e David Liberal fecharam de forma quase irrepreensível os flancos e os centrais Bruno Gomes e Paulo Preto deram conta do recado no último reduto. António de Araújo, muito batalhador no vértice ofensivo, apenas teve uma mancha na sua exibição, permitindo a defesa ao guardião contrário após um remate em habilidade quando o que se pedia era um "míssil".
Na segunda metade, não se inverteu a tendência de jogo e o árbitro poupou mesmo a expulsão ao ponta-de-lança do ISMAI, que pisou propositadamente o guarda-redes de Direito na cabeça.
Bruno Gomes, numa incursão à área contrária motivada por um lance de bola parada, cabeceou a tirar tinta ao poste. O momento do jogo haveria de surgir a poucos minutos do fim, quando o árbitro da partida decidiu seguir o exemplo de Martin Hansson no playoff França vs Rep. Irlanda. O médio criativo dos maiatos driblou um dos defensores da FDUP e, tocando com ambas as mãos na bola em momentos sucessivos, ajeitou a bola para o pé direito, encostando à entrada da pequena área para o único golo do jogo. Daí em diante, a pressão para chegar ao empate não foi suficiente e o golo irregular ditou a perda de pontos para os estudantes da Rua dos Bragas. Segue-se o ISCAP, que no outro jogo do grupo celebrou por treze (!) vezes frente a uns debilitados enfermeiros.
FDUP 1-3 AEULP (futsal fem.)
Inês Ribeiro apontou aquele que acabou por não passar de um mero tento de honra ainda na primeira parte, fixando num empate a uma bola o resultado ao intervalo. Na segunda metade, as falhas defensivas foram sobejamente aproveitadas pelas alunas da Lusófona, ditando o resultado final ainda a largos minutos do fim. Tarefa complicou-se com este resultado para o futsal feminino, que têm no grupo "tubarões" como o IPP.
FDUP 4-5 AEULP (futsal masc.)
Parente rico, parente pobre. De um lado, esteve um guarda-redes inspiradíssimo, que segurou com unhas e dentes a vantagem conseguida pelos seus companheiros de equipa; do outro, Tiago Lima pareceu prestar tributo aos tempos áureos de Roberto Jiménez, tendo sofrido mais golos do que aqueles que evitou, com culpas em dois desses momentos.
A ULP foi tremendamente eficaz no contra-ataque, enquanto que a FDUP, apesar do avassalador domínio estatístico e das inúmeras oportunidades criadas, mostrou-se demasiadamente misericordiosa na hora de dar o último toque. Por duas vezes, a bola foi atirada para fora com a baliza deserta. Não obstante a ausência dos Deuses do Futsal para bafejar de sorte a facção vermelha, Luís Vieira, António de Araújo e André Maia ainda conseguiram recuperar uma desvantagem de três golos em apenas dois minutos já na segunda metade. A exibição do árbitro ficou, contudo, manchada ao não assinalar uma grande penalidade a escassos segundos no fim por falta sobre Vieira, quando o marcador indicava a margem mínima a favor daqueles que viriam a vencer o jogo. Tarefa complicou-se após um jogo bastante atípico e de sentido (quase) único. Segue-se a FADEUP, o "carrasco" do costume do futsal de Direito.
FDUP 2-0 FAUP (voleibol fem)
A selecção feminina de voleibol derrotou por 2-0 a formação de Arquitectura, num jogo com dois sets claramente distintos. No primeiro, imperou a confiança e a coordenação entre as estudantes de Direito, cavando a partir dos dez pontos uma diferença quase irrecuperável. O set haveria de encerrar com uns inequívocos 25-14. No entanto, o segundo começou bastante pior. A formação da FDUP, fruto de algumas hesitações no capítulo da recepção, deixou a FAUP tomar as rédeas do marcador, encontrando-se a perder por 16-14. O desconto de tempo revelou-se decisivo, trazendo mais serenidade e boas jogadas que haveriam de lançar indecisão no set. Este só iria ser decidido para lá dos 25 pontos: 27-25 para a equipa que desde o início mostrou mais argumentos para vencer a partida. Apesar de algum desapontamento de algumas atletas por entenderem ser capazes de fazer "francamente melhor", o objectivo foi conseguido: entrar a vencer e não dar nenhum set ao adversário.
Seis inicial: Raquel Tavares, Cristina Almeida, Sofia Alves, Rita Ribeiro, Catarina Lima e Teresa Santos.Suplentes: Soraia Lobo, Sofia Almeida, Filipa Pais e Maria Magalhães
FDUP 22-27 ISMAI (andebol masc)
Apesar da superioridade numérica, os andebolistas da FDUP não conseguiram superiorizar-se nos golos. O péssimo arranque contribuiu decisivamente para a derrota final; basta dizer que os seis primeiros golos do jogo entraram todos nas redes vermelhas. Uma vez estabilizada, quer posicional, quer emocionalmente, a formação da FDUP reequilibrou os acontecimentos, com destaque para Rui Silva, autor de dez dos vinte e dois remates certeiros. Faltou tempo para conseguir a tão almejada reviravolta, numa fase em que os jogadores do ISMAI davam visíveis finais de fadiga e sofriam golos de forma sucessiva.
FDUP 0-1 ISMAI (fut 11 masc)
Resultado tremendamente injusto, penalizando a equipa que mais e melhor futebol mostrou durante os sessenta minutos. Sabo Coelho "varreu" o meio campo defensivo de forma exemplar, a técnica de Luís Vieira e de Francisco Noronha desiquilibraram no ataque, os laterais Orlando Salgueiro e David Liberal fecharam de forma quase irrepreensível os flancos e os centrais Bruno Gomes e Paulo Preto deram conta do recado no último reduto. António de Araújo, muito batalhador no vértice ofensivo, apenas teve uma mancha na sua exibição, permitindo a defesa ao guardião contrário após um remate em habilidade quando o que se pedia era um "míssil".
Na segunda metade, não se inverteu a tendência de jogo e o árbitro poupou mesmo a expulsão ao ponta-de-lança do ISMAI, que pisou propositadamente o guarda-redes de Direito na cabeça.
Bruno Gomes, numa incursão à área contrária motivada por um lance de bola parada, cabeceou a tirar tinta ao poste. O momento do jogo haveria de surgir a poucos minutos do fim, quando o árbitro da partida decidiu seguir o exemplo de Martin Hansson no playoff França vs Rep. Irlanda. O médio criativo dos maiatos driblou um dos defensores da FDUP e, tocando com ambas as mãos na bola em momentos sucessivos, ajeitou a bola para o pé direito, encostando à entrada da pequena área para o único golo do jogo. Daí em diante, a pressão para chegar ao empate não foi suficiente e o golo irregular ditou a perda de pontos para os estudantes da Rua dos Bragas. Segue-se o ISCAP, que no outro jogo do grupo celebrou por treze (!) vezes frente a uns debilitados enfermeiros.
FDUP 1-3 AEULP (futsal fem.)
Inês Ribeiro apontou aquele que acabou por não passar de um mero tento de honra ainda na primeira parte, fixando num empate a uma bola o resultado ao intervalo. Na segunda metade, as falhas defensivas foram sobejamente aproveitadas pelas alunas da Lusófona, ditando o resultado final ainda a largos minutos do fim. Tarefa complicou-se com este resultado para o futsal feminino, que têm no grupo "tubarões" como o IPP.
FDUP 4-5 AEULP (futsal masc.)
Parente rico, parente pobre. De um lado, esteve um guarda-redes inspiradíssimo, que segurou com unhas e dentes a vantagem conseguida pelos seus companheiros de equipa; do outro, Tiago Lima pareceu prestar tributo aos tempos áureos de Roberto Jiménez, tendo sofrido mais golos do que aqueles que evitou, com culpas em dois desses momentos.
A ULP foi tremendamente eficaz no contra-ataque, enquanto que a FDUP, apesar do avassalador domínio estatístico e das inúmeras oportunidades criadas, mostrou-se demasiadamente misericordiosa na hora de dar o último toque. Por duas vezes, a bola foi atirada para fora com a baliza deserta. Não obstante a ausência dos Deuses do Futsal para bafejar de sorte a facção vermelha, Luís Vieira, António de Araújo e André Maia ainda conseguiram recuperar uma desvantagem de três golos em apenas dois minutos já na segunda metade. A exibição do árbitro ficou, contudo, manchada ao não assinalar uma grande penalidade a escassos segundos no fim por falta sobre Vieira, quando o marcador indicava a margem mínima a favor daqueles que viriam a vencer o jogo. Tarefa complicou-se após um jogo bastante atípico e de sentido (quase) único. Segue-se a FADEUP, o "carrasco" do costume do futsal de Direito.
domingo, 21 de novembro de 2010
Voleibol Feminino: FDUP 2-0 FAUP
A selecção feminina de voleibol derrotou por 2-0 a formação de Arquitectura, num jogo com dois sets claramente distintos. No primeiro, imperou a confiança e a coordenação entre as estudantes de Direito, cavando a partir dos dez pontos uma diferença quase irrecuperável. O set haveria de encerrar com uns inequívocos 25-14.
No entanto, o segundo começou francamente pior. A formação da FDUP, fruto de algumas hesitações no capítulo da recepção, deixou a FAUP tomar as rédeas do marcador, encontrando-se a perder por 16-14. O desconto de tempo revelou-se decisivo, trazendo mais serenidade e boas jogadas que haveriam de lançar indecisão no set. Este só iria ser decidido para lá dos 25 pontos: 27-25 para a equipa que desde o início mostrou mais argumentos para vencer a partida.
Apesar de algum desapontamento de algumas atletas por entenderem ser capazes de fazer "francamente melhor", o objectivo foi conseguido: entrar a vencer e não dar nenhum set ao adversário.
Seis inicial: Raquel Tavares, Cristina Almeida, Sofia Alves, Rita Ribeiro, Catarina Lima e Teresa Santos.
Suplentes: Soraia Lobo, Sofia Almeida, Filipa Pais e Maria Magalhães
No entanto, o segundo começou francamente pior. A formação da FDUP, fruto de algumas hesitações no capítulo da recepção, deixou a FAUP tomar as rédeas do marcador, encontrando-se a perder por 16-14. O desconto de tempo revelou-se decisivo, trazendo mais serenidade e boas jogadas que haveriam de lançar indecisão no set. Este só iria ser decidido para lá dos 25 pontos: 27-25 para a equipa que desde o início mostrou mais argumentos para vencer a partida.
Apesar de algum desapontamento de algumas atletas por entenderem ser capazes de fazer "francamente melhor", o objectivo foi conseguido: entrar a vencer e não dar nenhum set ao adversário.
Seis inicial: Raquel Tavares, Cristina Almeida, Sofia Alves, Rita Ribeiro, Catarina Lima e Teresa Santos.
Suplentes: Soraia Lobo, Sofia Almeida, Filipa Pais e Maria Magalhães
2ª Jornada - Crónicas
Papi Kriki 6-7 H.Ramos
À segunda jornada, o primeiro jogo com críticas massivas ao desempenho da equipa de arbitragem e distribuição de cartões bem acima do normal. Os Papi Kriki começaram melhor o encontro, adiantando-se no marcador por Abílio Rodrigues. A vantagem manteve-se até à viragem dos dez minutos, momento em que Jorge Fernandes empatou através de um remate colocado. António de Araújo deu a volta ao marcador, mas João Correia voltou a equilibrar. Isto tudo ocorreu em lances sucessivos, sendo de registar mais um golo para cada lado até ao intervalo. Depois da pausa, a dureza instalou-se definitivamente, pautada por constantes picardias entre os atletas e, apenas a espaços, algum futsal. Dos quatro golos dos H.Ramos na etapa complementar, dois surgiram da marca de grande penalidade e um por infelicidade de Diogo da Silva, que apontou para a própria baliza; o outro, pelo contrário, foi uma obra prima de Jorge Fernandes. Perdulários, os azuis e brancos sairam do campo com a primeira derrota da temporada, num jogo bastante semelhante ao da época passada contra o mesmo adversário. Os H.Ramos parecem ter atitude e futebol para causar mossa.
Lecheros 0-5 Hertha dos Bragas
Apenas uma equipa compareceu ao jogo, pelo que a equipa em falta foi penalizada com uma derrota por cinco bolas a zero.
Piriguetes 5-3 Banana Mecânica
Quatro segundos foram suficientes para os amarelos apresentarem as suas credenciais. Bola ao centro e golo. Tudo simples e a correr de feição para um conjunto de jogadores que ainda se estão a habituar ao estilo de jogo dos demais. Do outro lado, os Piriguetes não tiraram o pé do acelerador durante os quarenta minutos; não obstante o golo sofrido a frio, rapidamente correram atrás do prejuízo, chegando em vantagem por dois golos de diferença ao intervalo. A pausa fez bem aos segundanistas, que chegaram mesmo ao empate. No entanto, num último esforço, os Piriguetes marcaram dois golos num curto espaço de tempo, eliminando qualquer hipótese de reacção. Uma boa prestação de ambas as formações, a observar frente aos crónicos candidatos ao título.
FCP 4-3 Timi Boceta
Bruno Gomes recebeu das mãos de Tiago Cecílio o prémio carreira pelas suas exibições gloriosas envergando a camisola negra. Ora, vestido de vermelho teve um jogo de autêntico pesadelo, muito por culpa do pé canhão de Vitor Sousa, a detonar a baliza de Martins por três vezes. Francisco Silva não foi bem sucedido, marcando na baliza errada. Durante o intervalo, ao invés de descansar, o Timi Boceta deveria ter aproveitado para treinar a finalização; o resultado final podia ter sido bem diferente se os seus atletas não tivessem apontado para todo o lado menos para a baliza. Aos 33', a bola não entrou de forma incrível na baliza de António Aroso por três vezes seguidas e, no contra-ataque, o suspeito do costume consumou o seu hat-trick. A estreia de Rúben Jesus dinamizou o cinco praxista, sendo este um dos grandes obreiros deste importante triunfo.
Outsiders 5-4 Montanelas
Um dos jogos mais aguardados da fase regular disputou-se na segunda ronda e apimentou, logo à partida, a discussão pelo título de campeão de Inverno. Estava à vista que iria ser um detalhe a determinar o resultado final e assim sucedeu: um passe mal sucedido de José Pinto para os pés do endiabrado Luís Santos deu o 5-4 a pouco mais de um minuto do fim. O mesmo José Pinto que havia bisado na primeira parte e se vinha cotando como um dos melhores em campo não merecia tal infelicidade. Sabo Coelho e Luís Vieira estrearam-se com nota bastante positiva na equipa dos Outsiders, beneficiando da ausência do guardião Vasco Almeida para cimentar os primeiros pontos da temporada com maior facilidade.
À segunda jornada, o primeiro jogo com críticas massivas ao desempenho da equipa de arbitragem e distribuição de cartões bem acima do normal. Os Papi Kriki começaram melhor o encontro, adiantando-se no marcador por Abílio Rodrigues. A vantagem manteve-se até à viragem dos dez minutos, momento em que Jorge Fernandes empatou através de um remate colocado. António de Araújo deu a volta ao marcador, mas João Correia voltou a equilibrar. Isto tudo ocorreu em lances sucessivos, sendo de registar mais um golo para cada lado até ao intervalo. Depois da pausa, a dureza instalou-se definitivamente, pautada por constantes picardias entre os atletas e, apenas a espaços, algum futsal. Dos quatro golos dos H.Ramos na etapa complementar, dois surgiram da marca de grande penalidade e um por infelicidade de Diogo da Silva, que apontou para a própria baliza; o outro, pelo contrário, foi uma obra prima de Jorge Fernandes. Perdulários, os azuis e brancos sairam do campo com a primeira derrota da temporada, num jogo bastante semelhante ao da época passada contra o mesmo adversário. Os H.Ramos parecem ter atitude e futebol para causar mossa.
Lecheros 0-5 Hertha dos Bragas
Apenas uma equipa compareceu ao jogo, pelo que a equipa em falta foi penalizada com uma derrota por cinco bolas a zero.
Piriguetes 5-3 Banana Mecânica
Quatro segundos foram suficientes para os amarelos apresentarem as suas credenciais. Bola ao centro e golo. Tudo simples e a correr de feição para um conjunto de jogadores que ainda se estão a habituar ao estilo de jogo dos demais. Do outro lado, os Piriguetes não tiraram o pé do acelerador durante os quarenta minutos; não obstante o golo sofrido a frio, rapidamente correram atrás do prejuízo, chegando em vantagem por dois golos de diferença ao intervalo. A pausa fez bem aos segundanistas, que chegaram mesmo ao empate. No entanto, num último esforço, os Piriguetes marcaram dois golos num curto espaço de tempo, eliminando qualquer hipótese de reacção. Uma boa prestação de ambas as formações, a observar frente aos crónicos candidatos ao título.
FCP 4-3 Timi Boceta
Bruno Gomes recebeu das mãos de Tiago Cecílio o prémio carreira pelas suas exibições gloriosas envergando a camisola negra. Ora, vestido de vermelho teve um jogo de autêntico pesadelo, muito por culpa do pé canhão de Vitor Sousa, a detonar a baliza de Martins por três vezes. Francisco Silva não foi bem sucedido, marcando na baliza errada. Durante o intervalo, ao invés de descansar, o Timi Boceta deveria ter aproveitado para treinar a finalização; o resultado final podia ter sido bem diferente se os seus atletas não tivessem apontado para todo o lado menos para a baliza. Aos 33', a bola não entrou de forma incrível na baliza de António Aroso por três vezes seguidas e, no contra-ataque, o suspeito do costume consumou o seu hat-trick. A estreia de Rúben Jesus dinamizou o cinco praxista, sendo este um dos grandes obreiros deste importante triunfo.
Outsiders 5-4 Montanelas
Um dos jogos mais aguardados da fase regular disputou-se na segunda ronda e apimentou, logo à partida, a discussão pelo título de campeão de Inverno. Estava à vista que iria ser um detalhe a determinar o resultado final e assim sucedeu: um passe mal sucedido de José Pinto para os pés do endiabrado Luís Santos deu o 5-4 a pouco mais de um minuto do fim. O mesmo José Pinto que havia bisado na primeira parte e se vinha cotando como um dos melhores em campo não merecia tal infelicidade. Sabo Coelho e Luís Vieira estrearam-se com nota bastante positiva na equipa dos Outsiders, beneficiando da ausência do guardião Vasco Almeida para cimentar os primeiros pontos da temporada com maior facilidade.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
